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DIVE/SC atualiza a situação dos casos de dengue em SC

O Boletim Epidemiológico n° 15/2019 - Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina - foi divulgado hoje (23) pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, e mostra que o município de Itapema, no litoral norte do estado, está em condição de epidemia de dengue.

De acordo com o boletim, Itapema apresenta o maior número de casos autóctones (297) no estado, com uma taxa de incidência de 469,6 casos por 100 mil/hab. “A caracterização de epidemia ocorre pela relação entre o número de casos confirmados e de habitantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o nível de transmissão epidêmico quando a taxa de incidência é maior de 300 casos de dengue por 100 mil habitantes”, explica João Fuck, gerente de Zoonoses da DIVE/SC.

O objetivo da ação faz parte das estratégias de vigilância para o controle dos possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti e já aconteceu outras duas vezes no estado, em 2017 e em 2018, concomitante em todo o país. Neste ano, ocorrerá de forma pré-agendada, por regiões.

Dengue em SC

Santa Catarina tem 87 municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti. Foram identificados 17.568 focos do mosquito em 181 municípios. Já são 710 casos de dengue confirmados (609 são autóctones - transmissão dentro do estado, e 56 casos são importados - transmissão fora do estado). Em comparação com o último boletim, divulgado na semana passada, houve a confirmação de 124 casos autóctones e 7 casos importados.

Para o gerente de Zoonoses, apesar do maior número de casos de dengue terem sido confirmados no mês de abril, é necessário reforçar os cuidados, mesmo com a temperatura mais baixa. “Isso mostra que é importante as pessoas continuarem a limpar seus terrenos pelo menos uma vez por semana. Que não esqueçam de conferir se a caixa d’água está fechada. Todos os lugares que podem acumular água devem ser inspecionados. Só controlando o mosquito Aedes aegypti é que conseguimos evitar a transmissão de dengue, zika e chikungunya”, finaliza.

Amanda Mariano
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